quarta-feira, 24 de junho de 2009

NO VERÃO (E NÃO SÓ), TODO O CUIDADO É POUCO!



Portugal entre os maiores exportadores europeus de Sida






"Retrovirology", uma das mais conhecidas revistas científicas do mundo, publica o estudo das fontes de contágio

Portugal é um dos quatro países que mais exportam o vírus da sida revela um estudo científico que será publicado hoje na revista "Retrovirology". O país aparece ao lado de Espanha, Grécia e Sérvia na lista negra das principais fontes de contágio no espaço europeu.

Ricardo Camacho, investigador português que participou neste estudo científico internacional, afirma que o projecto "analisa as detecções do VIH nos diversos países" e verifica o seguinte: os 18 estados analisados importam e exportam o vírus. Mas há estados que exportam mais, enquanto outros exportam menos: "Portugal importa e exporta."





O cenário agrava-se quando, no mesmo estudo, o Luxemburgo surge como o país com maior incidência de infecções por via externa. Os investigadores sugerem que a taxa de incidência no país estará directamente relacionada com o facto de 13% da população ser constituída por imigrantes portugueses.

Esta leitura não é nova. Em 2004, Jean-Claude Schmit, médico do serviço de doenças infecto-contagiosas do Centro Hospitalar do Luxemburgo, garantia que a infecção pelo vírus da sida entre a comunidade portuguesa, naquele país, era três a cinco vezes a superior à do resto da população. A nova investigação, que mapeou pela primeira vez a evolução do subtipo B do vírus da imunodeficiência humana (VIH), confirma as suspeitas: Portugal está de facto na origem de muitas infecções no espaço europeu, tendo ainda como foco secundário os emigrantes portugueses na Áustria.

"Além de ser um país turístico, Portugal tem uma longa história de migrações. Por outro lado, temos de olhar para trás, e perceber que as campanhas de prevenção não têm conseguido controlar a propagação", justifica Ricardo Camacho, que é investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa.






O grego Dimitrios Paraskevis, coordenador do estudo, sugere que "destinos turísticos como Portugal, Grécia e Espanha espalham provavelmente o VIH às pessoas que os visitam durante as férias".

Por esse mesmo motivo, apela o investigador, "os programas de prevenção nacionais não devem apenas ter como alvo as populações locais, mas também emigrantes, viajantes e turistas - que são as principais fontes e alvos do VIH".

Para Luís Mendão, do Grupo Português de Activistas sobre os Tratamentos do VIH/SIDA (GAT), estes resultados "são o preço a pagar por se ter ignorado o problema nos anos 90". "Portugal, infelizmente, tem todas as epidemias concentradas. Temos uma grande incidência entre homossexuais, toxicodependentes e provavelmente temos também uma epidemia concentrada entre os descendentes africanos, que já nasceram em Portugal e na prostituição." Mas, se é uma "conjuntura especial", as "respostas não podem ser exclusivamente nacionais", adianta. "A Europa tem aqui um grave problema: num mundo de fronteiras abertas são precisas soluções concertadas."





O projecto agora divulgado partiu de uma análise filogenética molecular, que permite detectar a evolução do vírus conforme se vai mutando por transferência, ou dentro do próprio organismo. Do projecto patrocinado pela Comissão Europeia resulta um mapa com os principais caminhos de propagação do subtipo B do VIH-1, o mais comum no espaço europeu, em 17 países da UE e Israel.

A Polónia é o país onde as infecções por via externa têm menos relevância. A Grécia é o país com mais focos de contágio, com ligação directa a países como Bélgica, Alemanha, Noruega, Holanda, ou Reino Unido - países entre os que mais "importam o VIH", revela o estudo.

Segundo os especialistas contactados pelo i, mais do que alertar turistas e imigrantes, importa melhorar a triagem dos portadores do vírus e estudar, por exemplo, a existência num país de um subtipo pouco comum na Europa, o G. "Nunca foi estudado a fundo, não sabemos quais são os principais grupos de risco."







A sensibilização continua a ter um problema. Durante vários anos, Ricardo Camacho respondia a dúvidas de pessoas que recorrem diariamente ao site informativo Aidsportugal.com. "Como é possível, ao fim de 25 anos, as pessoas não saberem onde dirigir-se? Há aqui um aspecto comportamental que precisa de ser avaliado para uma melhor resposta", sublinha.

Margarida Martins, presidente da Abraço, reitera: "Apesar da enorme taxa de incidência - 280 casos por cada milhão de habitantes, em 2004 - não há abertura, não há prevenção nenhuma, há medo de distribuir preservativos na escola."

Tags: vih/sida, portugueses, contágio, europa, saúde, retrovirology

Marta F. Reis

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terça-feira, 23 de junho de 2009

PORTUGUESES ASSOCIAM AMOR ÀS ESTAÇÕES QUENTES



Estudo recente revela a relação entre o amor e as estações do ano

Mais de metade dos portugueses associam a Primavera ao romance e o Verão ao desejo. Pelo menos essa é uma das principais conclusões do estudo sobre "O Amor e as Estações do Ano" realizado pela Meetic, o portal de "dating online" mais utilizado em Portugal e na Europa. O objectivo foi tentar perceber como é que as pessoas se relacionam nas diferentes estações do ano e recolheram-se no estudo as opiniões de 663 usuários da Meetic em Portugal, do sexo feminino (60,5%) e do sexo masculino (39,5%), com idades compreendidas entres os 20 e os 49 anos.





Quando questionados sobre qual a estação do ano que mais se associa ao romance, os usuários nacionais na sua maioria (51%) consideraram a Primavera como a época do ano mais romântica, sendo também a época em que a maioria (40,3%) considerou ser mais associada ao amor. No entanto, quanto ao desejo, os portugueses maioritariamente (52,3%) elegeram o Verão como a estação do ano mais propícia a este sentimento. Esta mesma ideia é reforçada pelos usuários nacionais, como 43,9% das respostas, que indicam o Verão como a época do ano mais associada à paixão.






As opiniões dividiram-se no que respeita a escolha da altura do ano para se apaixonar e conhecer alguém especial. As temporadas mais quentes disputam o primeiro lugar, sendo que 37,1% dos usuários acredita que a Primavera é altura ideal para conhecer a cara-metade, bem como 23,8% acredita que esta é a estação do ano mais propícia para se apaixonar. Por outro lado, o Verão é para 29,4% dos portugueses a estação do ano de eleição para conhecer alguém especial, bem como 22,8% elege esta a estação do ano para se perder de amores.






A Primavera é, ainda, nomeada, pela maioria dos usuários da Meetic (34,1%) como a melhor altura do ano para ter uma criança. Em relação a viver juntos, a grande maioria dos portugueses não sabe qual será a melhor altura do ano para tomar esta decisão (42,5%), face a 19,5% que acredita que os meses de Inverno são uma boa altura para começar a partilhar a sua vida com alguém.







Por último, quando questionados sobre qual o efeito/influência que as estações do ano têm na sua vida, em termos gerais, 36% dos usuários afirmam que têm uma influência normal, ou seja, nem muito nem pouca. No entanto, no que toca o tema do Amor, a maioria afirma que a Primavera (40,1%) e o Verão (38,5%) têm sem dúvida uma maior influência no que toca as suas vidas amorosas. Existe uma maior pré-disposição para o amor nos tempos mais quentes e amenos do ano.

Mulher.sapo

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domingo, 21 de junho de 2009

EFEITOS NOCIVOS DOS RAIOS SOLARES



Geralmente é no aproximar do Verão que se torna imperativo a divulgação de alguns esclarecimentos sobre os problemas derivados de uma exposição excessiva aos raios solares.

De facto, devido à redução da camada do ozono no nosso país (em 1992 registava uma redução de 4% em relação à média dos 12 anos anteriores) os efeitos nocivos desta exposição têm vindo a aumentar. “Imagino a redução em 2009…”

Estes efeitos podem ser imediatos − queimaduras solares e insolação − e ter consequências a longo prazo − envelhecimento precoce da pele e, certamente o mais temido de todos, o cancro da pele.







No caso específico do cancro da pele (melanoma) sabe-se que é actualmente a forma de cancro que está a aumentar mais rapidamente no mundo, duplicando a sua incidência de 10 em 10 anos, o que é devido em 90% dos casos à exposição excessiva ao Sol.

Quando se fala em exposição excessiva ao Sol todos pensamos na praia, mas é importante lembrar-nos que também nas actividades da montanha, devido à menor altura de atmosfera para absorver os raios solares, há frequentemente exposição excessiva.





Genericamente, os conselhos a dar para evitar os efeitos nocivos do abuso do Sol são:

1) Evitar a exposição entre as 11 e as 16 horas, mesmo em dias enevoados;

2) No primeiro dia de praia, permanecer pouco tempo ao Sol, aumentando gradualmente nos dias seguintes;

3) Aplicar sempre um protector solar adaptado ao respectivo tipo de pele, de 3 em 3 horas e sempre que tome banho. Esta aplicação deve ser feita mesmo quando está à sombra porque a areia, a água e o cimento são superfícies que reflectem mais de metade da radiação solar recebida, pelo que é possível apanhar queimaduras mesmo nestas condições.






Como já foi referido, o creme protector deve ser adaptado ao tipo de pele. Sucintamente poderemos referir que:

1) Os indivíduos loiros, ruivos ou de pele clara, deverão utilizar um creme com índice de protecção superior a 15;

2) Os indivíduos de pele morena deverão utilizar um creme com índice de protecção superior a 8;

3) Os indivíduos de pele escura (indianos ou árabes) ou mesmo negra deverão utilizar um creme com índice de protecção superior a 4, embora só nos primeiros dias e apenas para evitar a desidratação da pele.

Apesar de tudo, não podemos deixar de referir que segundo os entendidos na matéria, os melhores protectores solares não são estes cremes modernos, mas sim o que já se usava no tempo dos nossos avós: o chapéu de aba larga e o vestuário.

De facto, embora o Sol seja necessário para a síntese de vitamina D3, para isso bastará expormo-nos num passeio ou em brincadeiras no meio da rua.

Assim, é preciso que fique bem claro que ninguém precisa de banhos de Sol, na praia ou na montanha, e muito menos as crianças que são aquelas que correm maiores riscos. Algumas destas crianças, porque são imprudentemente expostas ao Sol, desenvolverão 20 ou 30 anos mais tarde o famigerado cancro da pele, do qual hão-de falecer.






Por isso, os cuidados para com as crianças mais novas - especialmente as que têm menos que 12 meses - deverão ser redobrados, nomeadamente, não deverão expor-se ao Sol ou, caso se exponham, deverão usar vestuário e um creme protector de índice superior a 15 na pele exposta, cuja aplicação deverá iniciar-se 30 minutos antes de entrar na praia e, seguidamente, todas as horas.

Lembre-se que há mar e mar, há que ir e voltar, mas também há a radiação solar...

António Paula Brito de Pina © Portal de Saúde Pública, 1998

Os dados falam por si. A Organização Mundial de Saúde estima que a pele causa aproximadamente 10% de todos os casos de cancro. Na Europa aparecem 250.000 novos exemplos deste tipo de tumor por ano, e nos EUA este número atingiu os 800.000.





Conselhos práticos

1 Utilize cremes com factor de protecção adequado à sua pele.


2
Bronzeie-se de forma progressiva.


3
Evite as exposições ao sol em horas centrais do dia (das 12 às 16 horas), inclusive nos dias enublados.


4
Utilize óculos se sol que filtrem entre 50 a 90% de radiação solar.


5
Use roupa, preferencialmente de cor escura, pois actuam como filtros solares.


6
Utilize chapéus de sol na praia e com abas largas na cabeça.


7
Examine a pele do seu corpo de forma regular. Consulte o médico de pele à mínima dúvida.


8
Não passe todo o dia deitada, dê passeios, tome banho e passe algum tempo à sombra.


9
Renove a protecção depois do banho.


10
Lembre-se que ser moreno é uma defesa para a pele, mas mesmo assim deve manter os cuidados mínimos.


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GOLDFINGER



FINALMENTE O VERÃO 2009!

O Sol queima, o calor aperta, o mar apetece, o verão está aí.
Dizem que estamos em crise!!!

Pois bem, estive em Espanha e no Algarve há poucos dias e não dei por ela!

Encontro-a cá por casa, todos os dias. Por isso vou-me contentando a olhar para estas imagens de um Verão paradisíaco!





Bora – Bora, quem dera!
Mas isto um dia vira, ai vira vira!

GOLDFINGER

sábado, 20 de junho de 2009

FAÇAM O FAVOR DE SORRIR


PORTUGAL PAÍS DE ESPECIALISTAS…

DEIXO-VOS ALGUMAS DEFINIÇÕES SOBRE AS NOVAS QUALIFICAÇÕES DE ESPECIALISTAS. (CENTRO DE NOVAS OPORTUNIDADES)






Paquete

- Especialista de Fluxos de Distribuição




Mulher da Limpeza

- Supervisora Geral de Bem- Estar, Higiene e Saúde





Porteiro

- Coordenador de Fluxos de Entradas e Saídas




Segurança

- Coordenador de Movimentações e Vigilância Nocturna






Motorista de Autocarro

- Distribuidor de Recursos Humanos





Empregado Bomba Gasolina

- Especialista em Logística de Combustíveis






Trolha

- Assessor de Engenharia Civil




Empregado de Mesa

- Consultor Especialista Logística Alimentar






Varredor

- Técnico Limpeza e Saneamento de Vias Públicas






Cartomante/Taróloga

- Técnica Conselheira de Assuntos Gerais





Prostituta

- Técnica Especialista em Terapia Masculina






Acompanhante

- Técnica Especialista em Terapia Masculina Sénior








Traficante de Droga

- Especialista Logística Produtos Químicos/Farmacêuticos







Vigarista

- Técnico de Marketing Direccionado






Receptor Artigos Roubados

- Coordenador de Fluxos de Artigos






Carteirista

- Técnico Superior Distribuição de Artigos Pessoais





Larápio

- Técnico de Redistribuição de Rendimentos








Político

- Técnico Superior Especialista de Assuntos Específicos Não Especializados

PASSEM UM ÓPTIMO FIM DE SEMANA!

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