quinta-feira, 1 de outubro de 2009

COMEMORA-SE HOJE O DIA INTERNACIONAL DO IDOSO




O primeiro dia do mês de Outubro foi marcado pela Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1991, como Dia Internacional do Idoso, com vista a uma reflexão, promoção e protecção dos seus direitos e dificuldades.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2000 havia 600 milhões de idosos no mundo, mas este número irá dobrar em 2025.






O envelhecimento continua a ser visto como uma condição de profunda degradação. Os idosos são infantilizados e desvalorizados como se fossem excluídos sociais, por isso cabe à sociedade, particularmente os psicólogos, contribuírem para a construção de uma nova imagem associada ao envelhecimento.

À medida que a pirâmide do envelhecimento se transforma num rectângulo dever-se-á compreender que a faixa etária dos 65 aos 80 engloba um número cada vez maior de pessoas, cujas qualidades e competências se mantêm suficientemente activas para serem cidadãos tão válidos como quaisquer.






Os cuidados de saúde mental nesta faixa etária são extremamente negligenciados. De acordo com as estatísticas, os idosos sofrem menos perturbações psiquiátricas do que os outros adultos.

Para a ONU, os idosos estão divididos em três categorias: pré-idosos (entre 55 e 64 anos), os idosos jovens (entre 65 e 79 anos ou 60 e 69 anos, para quem vive na Ásia e na região do Pacífico) e idosos avançados (com mais de 70 ou 80 anos).






A ONU considera que o envelhecimento populacional deveria representar um triunfo do desenvolvimento social e da saúde pública.

Nos países desenvolvidos, o desenvolvimento socioeconómico tem ocorrido junto com o envelhecimento populacional, enquanto que nos em desenvolvimento o surgimento de novas tecnologias médicas, preventivas, diagnosticas e curativas, com novos recursos terapêuticos, fornece meios para prevenir as mortes causadas pelas doenças na meia-idade e nos indivíduos que começam a envelhecer.






Assim sendo, profundas diferenças sociais ficam estabelecidas entre esses dois universos diferentes.

O processo de envelhecimento populacional iniciado nos países em desenvolvimento com um interregno de cerca de cem anos em relação à Europa, mostrará rápidas mudanças nessas nações, projectando um crescimento na população idosa entre 200% e 400% nos próximos 20 anos.

A Espanha será o país mais velho do mundo em 2050, com uma média de idade de 55 anos e quatro pessoas sexagenárias por cada criança, segundo dados das Nações Unidas, resultante do estudo de uma socióloga.







O estudo indica que depois da Espanha estarão a Itália, Eslovénia e Áustria, com 54 anos de idade média em 2050. Outros dez países terão mais de 10% da população com mais de 80 anos.

Extracto de um artigo da ANGOP – AGÊNCIA ANGOLAPRESS

Fotos da Net

GOLDFINGER



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